R$ 7 milhões na jogada: Criciúma teve que tomar decisão importante sobre o futuro do clube
O Conselho Deliberativo do Criciúma fez um importante debate nesta segunda-feira (31). Isso porque eles tomaram a decisão de definir para onde vai os 30% dos recursos oriundos da venda do zagueiro Nino ao Fluminense. O valor gira em torno de R$ 7 milhões.
Inicialmente, existe um debate sobre a destinação da quantia para o Criciúma Esporte Clube ou a Gestão de Ativos (empresa do ex-presidente Jaime Dal Farra). O imbróglio envolve uma mudança no regulamento da Fifa, que pode impedir a ida para a G.A.
O Fluminense já pagou o valor de R$ 4,5 milhões para o Criciúma, restando uma parte do montante final. Neste momento, conforme definição do Conselho Deliberativo, o dinheiro ficará com o Tigre – não nos cofres, mas em uma aplicação financeira.
Apesar da definição, ficou definido que a executiva não poderá utilizar o valor aplicado. Paralelamente, o Conselho Deliberativo vai montar alguma comissão, com membros da executiva, para ver se a Gestão de Ativos tem alguma proposta de acordo.
“Decidimos que, por ora, o dinheiro fica nos cofres do clube. Se surgir uma eventual ação judicial da GA, contra o Criciúma, e surgir decisão judicial determinando que o dinheiro tem que ser pago para a GA, o Criciúma vai pagar, obviamente”, disse o presidente do Conselho Deliberativo, Guilherme Búrigo, em entrevista ao portal 4oito.
Criciúma havia feito acordo por Nino
O Criciúma entende que a quantia em torno do zagueiro Nino pode ser benéfica no futuro. Desta forma, o Tigre luta para que possa continuar com os valores e busca por caminhos para que não precise destinar o dinheiro à Gestão de Ativos (GA).
A Gestão de Ativos, comandada pelo empresário Jaime Dal Farra, comandou o Criciúma durante o final da década passada. No acordo de saída, havia sido definido que a empresa teria direito aos valores do percentual do zagueiro Nino.