Criciúma tem arma secreta responsável por 53% dos gols sofridos pelo Volta Redonda
Adversário do Criciúma na próxima rodada do Brasileirão, o Volta Redonda tem sofrido para se defender em cobranças de bola parada. Coincidentemente, a fraqueza da equipe carioca contrasta com a maior arma do time de Eduardo Baptista.
Nos últimos 10 jogos, 53% dos gols sofridos pelo Volta Redonda foram originados de bola parada. O clube sofreu apenas um gol com a bola rolando desde a 20ª rodada. Os números indicam fraqueza nas ações aéreas defensivas.
As bolas paradas se tornaram um problema recente para o time carioca. Na derrota para o Athletic, na 24ª rodada, foram dois gols com bola alçada em cobrança de falta. As faltas, escanteios e pênaltis originaram cinco dos últimos seis gols sofridos.
O Esquadrão de Aço tenta superar o problema no duelo diante do Criciúma, mas lida com um adversário que costuma aproveitar a bola parada ofensiva. Na partida contra a Chape, por exemplo, o clube carvoeiro marcou dois gols originados em escanteios.
Criciúma explica receita que atrapalha o Volta Redonda
Em entrevista coletiva, o técnico Eduardo Baptista explica a receita do sucesso nas bolas paradas. Ele afirma que o departamento técnico faz um estudo e execução das jogadas ensaiadas, que estão sendo importantes para o desempenho do Criciúma.
“Treinamos muito a bola parada. Na Série B, ela tem um percentual muito grande de importância. Ficamos felizes de ver as jogadas acontecendo dentro de campo, tudo o que fizemos, estamos sempre em treinamento”, afirma o comandante do Tigre.
O Criciúma enfrenta o Volta Redonda nesta sexta-feira, dia 12, às 19h, no Estádio Raulino de Oliveira. O jogo é válido pela 26ª rodada da Série B. O Tigre ocupa a terceira colocação na tabela, enquanto o Esquadrão de Aço está na 18ª posição.